Eu quero ser, estar, falar, cantar, sonhar em todos os lugares, com todos os figurinos, quero todos me olhando, todos me aplaudindo, quero uma música só pra mim, uma música pra cena do beijo, quero uma trilha sonora e imagens em câmera lenta, quero ser sensualidade, quero ser a pobre, a moçinha, a vilã, quero fazer histórias e ser tudo em uma, eu sei que eu posso e sei que consigo! Entenda uma coisa, eu gosto da liberdade, eu admiro e preciso dela.
“Não precisava ser assim. Não precisava doer como dói. Eu não podia apenas sorrir quando me lembrasse de você? Mas acontece tipo assim: lembro do seu rosto, do seu abraço, do seu cheiro, do seu olhar, do seu beijo e começo a sorrir, é assim mesmo, automático, como se tivesse uma parte do meu cérebro que me fizesse por um instante a pessoa mais feliz do mundo. Eu sei, é lindo. Mas logo em seguida, quando penso em quão longe você está sinto-me despedaçar por inteira. E dói. Uma dor cujo único remédio é a sua presença.